quarta-feira, 11 de abril de 2012

Veja os casos mais inusitados de processos trabalhistas



Foto 1 de 25 - A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul condenou a rede de lojas C&A a pagar indenização de R$ 30 mil a uma ex-supervisora que foi filmada por uma câmera escondida instalada no banheiro feminino. O equipamento foi colocado no local por um gerente e um supervisor da loja, que espiavam a troca de roupa das funcionárias.
 
 
Foto 2 de 25 - A 1ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve decisão que condenou uma empresa no interior de São Paulo por ter contratado e demitido um funcionário 50 vezes em um prazo de cinco anos.
 
 
 
 
 
Foto 3 de 25 - A 1ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve condenação do Banco Santander em danos morais a uma ex-funcionária que recebeu ordem de seu gerente para que cumprisse as metas do banco de qualquer forma, ainda que fosse necessária a troca de favores sexuais. Segundo a bancária, a insinuação constrangeu a todos, e alguns colegas chegaram a chorar, envergonhados. A indenização foi fixada em R$ 35 mil.
 
Foto 4 de 25 - A operadora de televisão por assinatura NET foi condenada a indenizar uma funcionária por danos morais no valor de R$ 10 mil. A empregada era obrigada a fazer flexão de braços durante o serviço, na frente de todos, caso o coordenador comercial de sua área julgasse que ela cometeu algum erro.

 
Foto 5 de 25 - No Rio Grande do Sul, o McDonald's pagou R$ 70,5 mil a um ex-funcionário que entrou na Justiça por ter engordado cerca de 30 kg nos 12 anos em que trabalhou na companhia. No processo, que teve início em 2008, Edson Zwierzinsky alega que, como gerente, era obrigado a provar diariamente quantidades variáveis de refrigerante, hambúrguer e batata frita.
 
 
 
 Foto 6 de 25 - Uma agente de trânsito chamada de "mulher de programa" pelos colegas de trabalho será indenizada em R$ 10 mil pela URBS (Urbanização de Curitiba S/A). Ela virou motivo de chacota após o vazamento do conteúdo de uma ligação anônima.
 
 
 
Foto 7 de 25 - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Coplac do Brasil a indenizar no valor de R$ 10 mil uma funcionária grávida demitida por justa causa. A ex-funcionária conseguiu reverter a dispensa por insubordinação e comprovar o assédio moral por parte do seu chefe que a chamava de gorda e dizia que "faria a rapa das gordas"
 
 
 
Foto 8 de 25 - O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região manteve a condenação da empresa Losango e, subsidiariamente, o banco HSBC e a Staff Recursos Humanos, ao pagamento de indenização, por danos morais, a uma promotora de vendas que era obrigada a trabalhar fantasiada e realizar performances, batendo palmas e gritando para chamar a atenção dos consumidores  

 
 
 
 
Foto 9 de 25 - A 6ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 23ª Região que anula a dispensa sem justa causa de um empregado da Sanecap (Companhia de Saneamento da Capital) por entender que ele sofreu "perseguição política"
 
 
 
 
 
Foto 10 de 25 - O Starbucks concordou em pagar uma indenização de US$ 75 mil (cerca de R$ 119,5 mil), em processo na Justiça norte-americana, por discriminação. Uma barista do Texas (EUA) alegou ter sido demitida por ser anã  

 
 
 
 
Foto 11 de 25 - A distribuidora farmacêutica Mercantil Farmed foi condenada a indenizar uma ex-empregada no valor de R$ 4 mil por danos morais. Ela se sentiu ofendida com a reação exacerbada de uma encarregada após o sumiço de uma caixa de Viagra
 
 
 
 
Foto 12 de 25 - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a indenizar um ex-pastor acusado, sem provas, de roubar o dízimo (doações em dinheiro) oferecido pelos fiéis durante os cultos. O pastor foi indenizado em R$ 70 mil, por danos morais
 
 
 
 
Foto 13 de 25 - Um promotor de vendas da Vonpar Refrescos S.A., distribuidora das cervejas Kaiser e Sol, receberá indenização no valor de R$ 13 mil por ter sido demitido após ser surpreendido por superiores bebendo cerveja da marca concorrente
 
 
 
Foto 14 de 25 - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou o grupo JBS, dono do frigorífico Bertin de Lins a indenizar em R$ 50 mil uma ex-funcionária que era obrigada a caminhar de um ponto a outro do vestiário da empresa usando apenas roupas íntimas
 
 
 
 
 
 
 
 
Foto 15 de 25 - O hipermercado Carrefour foi condenado a indenizar um auxiliar de serviços gerais terceirizado em R$ 11,4 mil por danos morais. O profissional foi acusado por um empregado da loja de tomar sorvete sem autorização  





Foto 16 de 25 - A 8ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) negou o recurso da Vale e concedeu a um maquinista o adicional de 18% do salário conhecido como "auxílio-solidão". A parcela é concedida ao maquinista que conduz trens sem a companhia do maquinista auxiliar.
 


Foto 17 de 25 - Uma instrutora de autoescola portadora de psoríase, doença inflamatória da pele, que era chamada de "perebenta" pela gerente deverá ser indenizada em R$ 3 mil por danos morais. Durante dois meses, a funcionária alegou ter sofrido diversas humilhações e discriminações dirigidas por sua gerente.
 
 
 
Foto 18 de 25 - O Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso do River Jungle Hotel (Ariaú Amazon Towers), hotel no Estado do Amazonas, e manteve decisão reconhecendo como seus empregados um grupo de índígenas que, durante cinco anos, fez apresentações aos hóspedes. Também confirmou uma condenação por danos morais devido ao "sofrimento, à subordinação e à dependência" pelo qual passaram e a uma situação que, segundo o processo, "beirava o trabalho escravo"  

Foto 19 de 25 - O TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu excluir da condenação o pagamento de indenização a um trabalhador que ficava só de cueca enquanto era revistado por funcionário da Distribuidora Farmacêutica Panarello, de Pernambuco. Segundo o relator da ação, o tipo de revista íntima a que eram submetidos os funcionários da distribuidora é justificável, por levar em conta a necessidade de um rigoroso controle de saída de substâncias entorpecentes e psicotrópicas que a empresa comercializava.
 

Foto 20 de 25 - O TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região - Campinas) condenou a empresa M.K.F. Restaurante Choperia e Pizzaria a indenizar uma funcionária em R$ 5.600. Ela alegou ter sido alvo de brincadeiras obscenas por parte do administrador da empresa, além de ser chamada de "cachorra" Mais istockphoto
A decisão inédita de aposentar compulsoriamente um magistrado por assédio moral em Pernambuco é contestada pelos advogados de defesa do juiz, Carla e Roberto Lemos, que vão recorrer da sentença no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles alegam que os depoimentos não obedeceram ao contraditório - a defesa não estava presente - e que o juiz Adeildo Lemos de Sá Cruz não compareceu ao julgamento, ocorrido na segunda-feira (9), porque não foi informado da sua realização.
 
 
Foto 21 de 25 - A rede de lojas Lins Ferrão Artigos de Vestuário deve indenizar em R$ 15 mil uma vendedora que alegou ter sido obrigada a imitar uma galinha cacarejando e batendo asas como represália pelo descumprimento de uma meta. O caso aconteceu em Alegrete (RS)  




Foto 22 de 25 - Um chefe que assediava sexualmente uma funcionária dizendo que ela só podia usar calças jeans apertadas no trabalho foi condenado a pagar 21.681 libras (equivalente a R$ 58 mil ) de indenização. O caso aconteceu na cidade de Plymout, Inglaterra
 
 
 
 
Foto 23 de 25 - A Philip Morris Brasil foi condenada pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) a pagar indenização no valor de R$ 30 mil a um empregado chamado de incompetente e qualificado como um "lixo" em reuniões da empresa e na presença de vários colegas  
 
 
 
 

Foto 24 de 25 - A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho confirmou decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) que havia condenado uma empresa do ramo de calçados ao pagamento de R$30 mil de indenização por danos morais. Segundo o processo, uma ex-funcionária da companhia foi acusada de ter mantido relações íntimas com um colega dentro da empresa no horário de serviço
 
Foto 25 de 25 - A Viação Andorinha foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização por danos morais a um ex-funcionário que foi obrigado a realizar, na frente de outros colegas, um exame anal para verificar a existência de hemorroidas antes de ser contratado.
 
 
 
 
Fonte: Uol

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